Mostrando postagens com marcador natal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador natal. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

A menina dos fósforos de cor! (pode ser dramatizada)

Estava tanto frio! A neve não parava de cair e a noite aproximava-se. Aquela era a última noite de Dezembro, véspera do dia de Ano Novo. Perdida no meio do frio intenso e da escuridão, uma pobre rapariguinha seguia pela rua fora, com a cabeça descoberta e os pés descalços. É certo que ao sair de casa trazia um par de chinelos, mas não duraram muito tempo, porque eram uns chinelos que já tinham pertencido à mãe, e ficavam-lhe tão grandes, que a menina os perdeu quando teve de atravessar a rua a correr para fugir de um trem. Um dos chinelos desapareceu no meio da neve, e o outro foi apanhado por um garoto que o levou, pensando fazer dele um berço para a irmã mais nova brincar.

Por isso, a rapariguinha seguia com os pés descalços e já roxos de frio; levava no avental uma quantidade de fósforos, e estendia um maço deles a toda a gente que passava, apregoando: — Quem compra fósforos bons e baratos? — Mas o dia tinha-lhe corrido mal. Ninguém comprara os fósforos, e, portanto, ela ainda não conseguira ganhar um tostão. Sentia fome e frio, e estava com a cara pálida e as faces encovadas. Pobre rapariguinha! Os flocos de neve caíam-lhe sobre os cabelos compridos e loiros, que se encaracolavam graciosamente em volta do pescoço magrinho; mas ela nem pensava nos seus cabelos encaracolados. Através das janelas, as luzes vivas e o cheiro da carne assada chegavam à rua, porque era véspera de Ano Novo. Nisso, sim, é que ela pensava.

Sentou-se no chão e encolheu-se no canto de um portal. Sentia cada vez mais frio, mas não tinha coragem de voltar para casa, porque não vendera um único maço de fósforos, e não podia apresentar nem uma moeda, e o pai era capaz de lhe bater. E afinal, em casa também não havia calor. A família morava numa água-furtada, e o vento metia-se pelos buracos das telhas, apesar de terem tapado com farrapos e palha as fendas maiores. Tinha as mãos quase paralisadas com o frio. Ah, como o calorzinho de um fósforo aceso lhe faria bem! Se ela tirasse um, um só, do maço, e o acendesse na parede para aquecer os dedos! Pegou num fósforo e: Fcht!, a chama espirrou e o fósforo começou a arder! Parecia a chama quente e viva de uma candeia, quando a menina a tapou com a mão. Mas, que luz era aquela? A menina julgou que estava sentada em frente de um fogão de sala cheio de ferros rendilhados, com um guarda-fogo de cobre reluzente. O lume ardia com uma chama tão intensa, e dava um calor tão bom! Mas, o que se passava? A menina estendia já os pés para se aquecer, quando a chama se apagou e o fogão desapareceu. E viu que estava sentada sobre a neve, com a ponta do fósforo queimado na mão.

Riscou outro fósforo, que se acendeu e brilhou, e o lugar em que a luz batia na parede tornou-se transparente como tule. E a rapariguinha viu o interior de uma sala de jantar onde a mesa estava coberta por uma toalha branca, resplandecente de loiças finas, e mesmo no meio da mesa havia um ganso assado, com recheio de ameixas e puré de batata, que fumegava, espalhando um cheiro apetitoso. Mas, que surpresa e que alegria! De repente, o ganso saltou da travessa e rolou para o chão, com o garfo e a faca espetados nas costas, até junto da rapariguinha. O fósforo apagou-se, e a pobre menina só viu na sua frente a parede negra e fria.

E acendeu um terceiro fósforo. Imediatamente se encontrou ajoelhada debaixo de uma enorme árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que outra que tinha visto no último Natal, através da porta envidraçada, em casa de um rico comerciante. Milhares de velinhas ardiam nos ramos verdes, e figuras de todas as cores, como as que enfeitam as montras das lojas, pareciam sorrir para ela. A menina levantou ambas as mãos para a árvore, mas o fósforo apagou-se, e todas as velas de Natal começaram a subir, a subir, e ela percebeu então que eram apenas as estrelas a brilhar no céu. Uma estrela maior do que as outras desceu em direcção à terra, deixando atrás de si um comprido rasto de luz.

«Foi alguém que morreu», pensou para consigo a menina; porque a avó, a única pessoa que tinha sido boa para ela, mas que já não era viva, dizia-lhe muita vez: «Quando vires uma estrela cadente, é uma alma que vai a caminho do céu.»

Esfregou ainda mais outro fósforo na parede: fez-se uma grande luz, e no meio apareceu a avó, de pé, com uma expressão muito suave, cheia de felicidade!

— Avó! — gritou a menina — leva-me contigo! Quando este fósforo se apagar, eu sei que já não estarás aqui. Vais desaparecer como o fogão de sala, como o ganso assado, e como a árvore de Natal, tão linda.

Riscou imediatamente o punhado de fósforos que restava daquele maço, porque queria que a avó continuasse junto dela, e os fósforos espalharam em redor uma luz tão brilhante como se fosse dia. Nunca a avó lhe parecera tão alta nem tão bonita. Tomou a neta nos braços e, soltando os pés da terra, no meio daquele resplendor, voaram ambas tão alto, tão alto, que já não podiam sentir frio, nem fome, nem desgostos, porque tinham chegado ao reino de Deus.

Mas ali, naquele canto, junto do portal, quando rompeu a manhã gelada, estava caída uma rapariguinha, com as faces roxas, um sorriso nos lábios… mor ta de frio, na última noite do ano. O dia de Ano Novo nasceu, indiferente ao pequenino cadáver, que ainda tinha no regaço um punhado de fósforos. — Coitadinha, parece que tentou aquecer-se! — exclamou alguém. Mas nunca ninguém soube quantas coisas lindas a menina viu à luz dos fósforos, nem o brilho com que entrou, na companhia da avó, no Ano Novo.

Hans Christian Andersen

Os melhores contos de Andersen

Editora Verbo, s/d

Adaptação

domingo, 3 de agosto de 2008

O aniversariante

Aniversariante entra mostrando a sua alegria porque é a sua festa de aniversário, e no palco há doces, bexigas, etc tudo imaginário. Convidado 1 chega, entrega o presente, ela se decepciona, porque pensa que iria ganhar uma beijo e uma abraço de Feliz Aniversário. Convidados restantes fazem a mesma coisa. Podendo chegar dois em dois, ou sozinhos, depende do nº de atores disponíveis. Ele se cumprimentam alegremente, olham e comentam a decoração a mesa de bolo e doces. (a mesa é a única coisa que deve ter realmente em cena) Quem diferencia estas cenas que parecem repetitivas é o Aniversariante. Uma hora ele se entristece, mas a cada pessoa ele tem esperança que irá ganhar os Parabéns. Depois que todos os aniversariantes chegarem.Um convidado dá uma idéia de Brincar, todos se alegram. Mas eles não deixam Aniversariante participar, ele tenta entrar na brincadeira, mas não consegue.Eles mudam para uma outra brincadeira, então ele se anima de volta, mas é tudo em vão, eles o ignoram por completo.Ele pensa, pensa, vai de um lado para o outro e lembra dos presentes, convida-os para abrir os presentes com ele, eles gostam da idéia, mas são eles que avançam nos presentes, e abre todos e brincam com eles, e não o deixam brincar, mostra a ele, que infelizmente não sobrou nenhum para ele. Aniversariante olha para a mesa de bolo, e como uma idéia para eles prestarem a atenção nele, ele os convida para cantar parabéns. Convidados gostaram da idéia e correm para a mesa, mas ele fica pra trás e não tem mais espaço para ele. Cantam parabéns, ele a tenta assoprar a vela alegremente, mas alguém assopra antes.Eles cortam o bolo, cada um come o seu, todos alegrem conversam. E como agora acabou, eles vão embora, demonstrando que estava tudo muito legal e bom. O último a sair até lembra que Aniversariante está ali, e dá um tchauzinho. Aniversariante sozinho em cena, se entristece por ver que todos ignoraram a presença dele. Ele fala : Eles me ignoraram no meu próprio aniversário... (olhando para o público, agora sério, mostrando o letreiro JESUS na camiseta – que estava escondido) ... e você ? também tem se esquecido do meu aniversário ?

Daniela Leon Viei

Véspera de Natal

Anja Entra pelo meio : Olá meu nome é Gabriele, estamos na época do Natal, como tem sido o seu Natal ?.... esta não é a pergunta correta, o correto é O que é Natal ?Vamos ver o que é o Natal ...ou que tem sido o Natal.Alguém poderia me responder ?

Levanta esposa falando e indo para altar:Pra mim significa um dia que tenho q preparar muitas coisas, tenho q fazer mercado, ir ao shopping , é uma correria....

Marido levanta e vai para o altar:

Marido : Pra mim significa uns dias de sossego, eu não preciso trabalhar, dá para descansar um pouco...

Filho levantando em direção ao pai: Oba, isso quer dizer q o sr vai comprar o meu presente hoje, oba, vamos, vamos logo, o sr não esqueceu né ?

Esposa: É, e por falar nisso, vc comprou o presente da sua mãe?

Marido: Ainda não

Filho: Então vamos agora, vamos, vamos !!

Esposa: Não acredito, e para a sua tia que vem para a ceia vc tbnão comprou pelo jeito.

Marido: Também não.Anjinha: mantenham a calma

Esposa: Tá tá....Antonio José, então temos q apurar, para irmos ao shopping, ver os presentes, ao mercado comprar as coisas pra ceia...

Marido: Mas eu tenho que buscar a minha mãe na rodoviária.

Filho: Ah não, eu quero o meu presente...Anjinha: deixa eu ir junto com vc? Eu queria te contar uma história bem linda, posso te contar no caminho.

Esposa: Tô vendo tudo, hoje vai ser uma loucura... mais isso ainda...venha Junior, vamos se arrumar, e enquanto vc vai na rodoviária, eu passo no mercado.

Marido: Ok, eu também vou me arrumar, pq o trânsito vai estar um stress.Eles entramAnjinha: Esperem.... ai q pressa.... Viram só ? Esposa e marido cheios de coisas para fazerem. E as crianças ficam ansiosas pelos presentes.

Mais alguém pode me dizer o que tem sido o Natal ?

--------------------------------------------------------------------------------

Mulher 1 levanta cheia de sacolas e vai indo para o altar enqto fala...

Mulher 1: Bem, acho que fazer compras, é presente pra todo mundo, sobrinho, amigos...

Mulher 2 também levantando com sacolas: Eu concordo com ela... acho q deu pra perceber né ? (mostrando as sacolas)

Mulher 1 : Ana? Que bom te encontrar aqui

Mulher2: Pois é, estou fazendo umas comprinhas

Mulher 1: Compras de Natal é ?

Mulher 2 : Pois é, sabe como é corrido esta época... é presente para família, filhos, amigo secreto...

M1: É verdade, ainda bem que tem o 13º para socorrer.

M2: Ah é verdade, nem me fale.

M1: E eu ainda tenho alguns presentes para comprar.Anjinha: Vc também está com pressa?

M2: E é incrível como todo mundo deixa pra comprar na última hora.Anjinha: Tá mas deixa eu falar com vcs

M1: É verdade, e o shopping vira esta loucura. Mas deixa eu ir, ou melhor correr...(Se despedem)Anjinha: Aaaah, eu queria falar com vcs. Elas entram Anja: Correr, correr, todo mundo só fala nisso. Shopping, lotado, promoções de Natais....Mais uma vez eu pergunto: O que tem sido o Natal ?


--------------------------------------------------------------------------------

Cara 1: Óh, pra mim significa viajar, combinar uma viagem legal com a mocidade. E por falar nisso eu preciso ligar pro pessoal, tem que carro, como vamos dividir a comida, o aluguel da casa

Cara 2 chega com uma mochila de viagem....

C1: Ôh cara, legal te ver, beleza?

C2: Tudo bem graças a Deus e vc ?

C1: Também, tá indo viajar ?

C2.: Tô, vou passar o Natal com os meus pais. E vc vai viajar ?

C1: Legal matar a saudade da família. Pois é, estamos combinando com o pessoal da igreja, os últimos acertos pra viagem.

C2: Viajar com os amigos também é legal, ainda mais nesta época q todo mundo tá empolgado.Anjinha: Eu tb tô empolgada pra contar uma história pra vcs.

C1: É verdade.. verão, amigos, férias....

C2: Mas falô cara, deixa eu correr, pq a rodo vai estar uma loucura.Anjinha: Correr dinovo ?

C1: Vai nessa, a gente se esbarra, depois dos feriados, falô. Eles entram cada Ela senta no centro triste... Anja: Viagens, passeios, rodoviárias cheias, filas enormes para comprar passagens...Será que tem mais alguma coisa q significa o Natal ?


--------------------------------------------------------------------------------

Mãe: Ah tem sim, pode ter certeza q temAnjinha: Oba, esta tá sozinha, ela vai me ouvir.

Mãe: É parentada na sua casa pra ceia, é a família de até 5 gerações na sua casa, todo mundo vai querer provar da sua comida. E ainda falam assim: “Ai q saudade daquele seu pavê” Aí vem com aquela velha brincadeira de todo Natal: “É Pavê ou Pacomê...”Anjinha: Tá, me ouve só um pouquinho?

Mãe: E esse ano, eu não sei o que eu vou fazer, olha só : São 15 pessoas só da família do Beto, digo de 1º grau.... Deixa eu ver ... eu, Pedro, Carlos, Ana, mas a família dele contando com a cunhada...(enrola os nomes e nºs)Hi, q confusão...A Ana não come peru... e tem o Roberta q não gosta de passas no arroz, então eu tenho q fazer dois tipos de arroz...Ai, e eu tenho q comprar mais pratos...E o botijão ? Esqueci de comprar outro gás de reserva Ai eu tenho q correr... (entra)

Anjinha: Não correr não....vc também ? Ela tem uma grande ceia pra preparar, é muita gente, e ela tem q dar conta de tudo e não sobra tempo pra pensar em mais nada...

--------------------------------------------------------------------------------

(Celular toca) Duas Patys entram com celular falando ao telefoneAnja tentará interrompê-las....

Carla: Oi Carol.. é a Carla.

Carol: Oi guria... q conta de bom ?

Carla: Um monte... e vc já comprou a roupa pro findi ano ?

Carol : Eu tô indecisa, não quero usar do ano passado, todo mundo vai notar, e além do mais eu engordei, q roupa vc vai ?

Carla : Eu comprei um vestido preto bem bonito, bem discreto, mas é liiindo

Carol : Ai, eu quero ver...

Carla: Então venha aqui em casa, aí juntas pensamos numa roupa bem legal pra vc...

Carol : Ótima idéia...estou indo. Beijinhos

Elas entram

--------------------------------------------------------------------------------

Anjinha : As pessoas ficam muito apressadas nesta época, mas eu acho q agora q vcs estão aí me olhando, eu consigo falar pra vcs... Todos entram falando apressados e andando de uma porta para a outra e ignoram a anjinha) Ela volta e se senta no meio entristecida.Jesus vem entrando, e vai até ela.Ninguém presta atenção nEle, e todos vão saindo aos poucos. Anja: Oi Jesus Rei da Minha Vida (se prostra) me perdoe eu tentei falar para eles, mas eles estavam muito ocupados para me ouvir...

Jesus: Eu sei...mas olha quanta gente que aqui estão parados para te ouvir. Anja: É mesmo... me ajuda aqui. Pega o Cartaz que diz : “NATAL : Deus se tornou homem em Cristo para a nossa salvação “ (frase sugestiva)

Meninos voltam e dão as mãos para Jesus e a anja. Meninas ficam na parte de baixo para encenar o poema. Mais uma vez é Natal! Quantas vezes mais terá de se repetir esta data festiva que Deus tanto ama, para que as pessoas se convençam de que Ele veio e nos chama?Embora o mundo ignore o acontecimento da manjedoura de Belém e a alegria que dela provém, o bondoso Deus não se acanhou.Para que o presente de Deus ao mundo chegasse, Um homem e uma mulher Ele convidou Para que Jesus nascesse, José e Maria não faltaram com o seu carinho, apesar de não encontrarem quem os acolhesse.Seu Salvador veio! Que Ele seja a fonte de alegria e de paz Que o mundo nunca poderá te dar jamaisPodemos festejar o Natal como quisermos, mas é quando aceitamos com anseio a Salvação é que festejamos corretamente o grande presente de Deus Deus se tornou homem em Cristo para a nossa Salvação. Isto é Natal

Daniela Leon